quinta-feira, 4 de setembro de 2014

CRIATURAS 07 - Seres da Lua cheia, o sétimo filho de Tau e Keraná... Luison

Cordiais uivos leitores, no sétimo quadro da série, nada mais justo do que trazer o sétimo filho de Tau e Keraná. Se você ainda não conhece Luison, um ser muito parecido com o famoso lobisomem, se prepare para conhecer mais uma criatura cheia de maldade, pois dos sete filhos do casal, Luison é o mais temido.


Conhecido na região Amazônica, bem como no norte de Mato Grosso, e outros países, como o Peru e Bolívia. O Luison ou Lobizón (em espanhol) é uma criatura da mitologia guarani, detentora do poder sobre a morte. Acredita-se que seja semelhante a um macaco de olhos vermelhos, com barbatanas de peixe e um enorme falo (de anta). Seu nome é derivado do nome de outra criatura mitológica, o lobisomem.

Sua forma mais comum é a de um macaco esquelético de olhos vermelhos brilhantes, com barbatanas de peixe e um falo de anta. Luison costuma passar as noites vagando por cemitérios como os Carniçais, comendo carne de defuntos, quem passar por perto, será atacado e dilacerado.

Muita gente se preocupava apenas com noites de lua cheia, mas muitas vezes era dito aparecer em outras noites, na sua forma "normal", vagueando com um bando de cachorros sem dono por qualquer noite.

Também conhecido pelos nomes de Luisito, Juicho e Luisõ, é descrito como o sétimo e último filho varão de Tau e Keraná, sobre quem caiu uma maldição transmitida por seus progenitores: nas noites de lua cheia de sexta-feira e/ou terça-feira, o indivíduo se transformava em uma criatura com metade das características de um cachorro muito grande e um homem (outras vezes, também, possuía as características de um porco). A origem do mito é incerta

Este ser assustador está localizado no cruzamento dos caminhos da vida e da morte. É o mais temido e odiado dos filhos, o monstro maldito. Outros mitos relacionados dizem que ele traz justiça, vingança e punição para quem maltrata a floresta; protege a flora e a fauna. Algumas lendas também dizem que ele devorar homens e mulheres, outros que roubam crianças. Luison vaga pelas noites arrastando a morte ao su lado, mais do que tudo isso impossibilita a vida de quem estiver por perto ir muito além. Jogua com o destino da alma, que se torna irrecuperável, uma vez envolvido no auge de sua má ação.

É um ser de um mau cheiro horrível, sua aparência é de gelar o sangue nas veias do homens mais corajoso, os poucos que conseguem viver depois de vê-lo ficam loucos. Sua caminhada termina na ruptura do novo dia, retomando suas formas humanas de volta para suas ocupações, onde aparece sujo, cansado, evasivo, triste e de cabelo desgrenhado. Devora a carne dos mortos e da alma vivente. Não existe maior infelicidade, Guaranís sabem disso, por isso a fogem, até mesmo de mensiona-los. 


Faz uma referencia ao mito que ao nascer, Luison que brilha nos céus formando estrelas conhecidas como "As sete irmãs", como um sinal de que a maldição afIigia Tau e Keran havia cessado. De acordo com a mitologia Guarani este monstro e seus seis irmãos vagam na terra. Em vários países, incluindo a Índia, e na Europa, essa suposição é conhecida.

*Tau e Kerana eram figuras centrais da mitologia dos povos guarani, onde o folclore predomina no norte da Argentina, sul e oeste do Brasil e Paraguai.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

A definição de Licantropia pelos antigos

Boa noite queridos leitores! Hoje vos trago uma matéria bem interessante sobre a "Licantropia" vista desde os tempos antigos, o site do qual a retirei era em inglês e traduzi com a ajuda do Google Tradutor, então me desculpem algum erro, mais a consertei da melhor forma que pude, retirei algumas coisas que não tinham muito a ver, e outras que eram quase impossível de se traduzir de uma forma decente, mais não se preocupem, os reparos no texto não retiraram nenhuma informação muito importante. Então aproveitem!



O que é Licantropia? A mudança de mulher ou homem na forma de um lobo, que se transforma através de meios mágicos, de modo a permitir-lhe para satisfazer o gosto por carne humana, ou pelo julgamento dos deuses como castigo por alguma grande ofensa.

Esta é a definição popular. Verdadeiramente ela consiste em uma forma de loucura, como pode ser encontrado na maioria dos asilos.

Entre os antigos, esse tipo de insanidade passou pelos nomes de licantropia, Kuanthropy, ou Boanthropy, porque os que sofrem com isso, acredita-se que se transformam em lobos, cães, ou vacas, mas no norte da Europa, na forma de um urso, ou na África em uma hiena. Uma mera questão de gosto! De acordo com Marcelo Sidetes, de cujo poema περὶ λυκανθρώπου um fragmento existe, os homens são atacados com essa loucura, principalmente no início do ano, e tornar-se mais furioso em fevereiro; ir para a noite aos cemitérios solitários, vivendo justamente na forma de cães e lobos.

Mas a história mais marcante entre os antigos é a de Lycaon, rei de Arcadia, que tentou matar Zeus. Em outra lenda, Lycaon fez um sacrifício humano e a ira divina recaiu sobre ele. Ou mesmo Lycaon serviu a Zeus carne humana. Ou ainda Lycaon sacrificou ao deus o seu próprio filho. Em todas essas lendas, o final é o mesmo. O rei foi transformado para sempre em lobo como castigo. Mas se não se alimentasse de carne humana por dez anos, recuperaria o aspecto de homem.

Em vão ele tentou falar; a partir desse exato momento suas mandíbulas foram enchidas com espuma, e só tinha sede para o sangue, ele se alastrou entre os rebanhos e ofegava para abate. Suas vestes foram se rasgando e seu cabelo crescendo por todo o corpo, seus membros se tornaram tortos; Um lobo.

Plínio diz respeito de Evanthes, que no festival de Júpiter Lycaeus, (Lycaon) foi selecionado por sorteio, e conduzido para a beira do lago Arcadian. Em seguida, ele pendurou suas roupas em uma árvore e mergulhou na água, que no mesmo instante foi transformado em um lobo. Dez anos depois, se ele não tivesse provado de carne humana, ele teria liberdade para nadar de volta e retomar sua antiga forma, que tinha, se tornado em  idoso.

É de se observar que a principal sede da Licantropia foi Arcadia, e que a causa poderia ser para as seguintes circunstâncias: - Os nativos eram um povo pastoril, e consequentemente sofriam severamente com os ataques de lobos. Eles naturalmente presumiram que era necessário um sacrifício para obter a libertação de tal praga, e segurança para os seus rebanhos. Este sacrifício consistia na oferta de uma criança, e foi instituída por Lycaon. A partir da circunstância de ser um humano o sacrifício, e da peculiaridade do nome de seu criador, aumentou o mito.

Mas, por outro lado, a história é muito difundida para nós atribuí-la a uma origem acidental, ou rastreá-lo a uma fonte local. Metade do mundo acredita, ou acreditava, em homens-lobos, e eles deveriam assombrar as florestas norueguesas por aqueles que nunca haviam sido conectados remotamente com Arcadia: e a superstição provavelmente tinha atingido as suas raízes profundas na mente escandinavos e teutônicos, em tempos antes de Lycaon existir.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Sabine Baring-Gold e o lobisomem

 Boa noite queridos leitores, A postagem que vos trago esta noite, foi enviada pelo grande leitor e membro da alcateia, Alisson Barcelos. Então sem mais, divirtam-se!



Dizer dos motivos que nos levam, às vezes, a ações, paixões ou buscas incessantes, ser nos é, talvez, impossível. Dilucidar de que modo ou por qual motivo algo nos incita curiosidade, medo ou até fascínio, mostra-se um exercício impiedoso e árduo; fato é que algumas coisas, por razões incompreensíveis, talvez a nós mesmos, têm tal poder de nos levar a seus confins, onde buscamos esclarecer seus mistérios arrevesados, ou talvez esclarecermos a nós mesmos, o nosso próprio eu, aos nossos próprios instintos e ao porque de nossa tão engendrada curiosidade.
   Há cerca de um ano, talvez, acabara, eu, de assistir a uma temporada do seriado Teen Wolf e, já muito extasiado, resolvera procurar mais sobre o assunto na internet; após vaguear sem propósito resolvido acabei por encontrar o site Jovem Lobo, ao qual dediquei um bom tempo à sua leitura. Não havia me dado conta, até então, de o quão fascinante o assunto me perecia. Lancei-me, à época, a uma “pesquisa” como quem fosse tornar-se um dia um especialista, um explorador e autoridade no assunto; após ler e reler artigos publicados, comprar e ler livros sobre Lobisomens resolvi especular a mim mesmo o porquê de este, e quase somente este tipo de lenda, chamar-me tanto a atenção.
Deitado à minha cama revolvi meu próprio passado a procura de respostas, fatos os quais explicassem esta desperta paixão; súbito, emergiram à minha mente lembranças de minha infância à casa de meu já falecido avô, quem, munido de um cigarro de palha, por ele enrolado, e um bom e quente café, contava-nos, a mim, meus pais, tios e irmãos,  histórias que, segundo ele, muitas delas haviam sucedido com ele próprio. A propósito de esclarecimento, sou nascido e criado, assim como toda a minha família, a uma pequena cidade no interior do estado de Goiás, ao leitor mais ávido não será difícil propor que meu contato com essas histórias tenha sido demasiado, e de fato o foi; histórias de lobisomem, mula sem cabeça, assombração, estiveram presentes nas rodas de conversa entre meus parentes mais velhos desde que consigo me lembrar e o arrepio que se me subia a espinha ao ouvir meu avô divagar sobre suas andanças, quando jovem, a pé, a cavalo ou de bicicleta pelas fazendas do município nas quais trabalhara, incontestavelmente, lançou-me, ao mais profundo de meu inconsciente, uma série de questões as quais, hoje, podem me ser a razão desta paixão.
   Enquanto especulava minha própria curiosidade e fascínio por lobisomens, continuei minha busca por histórias, documentos, acontecimentos, etc., e encontrei com uma das mais(senão a mais) importantes obras sobre o assunto, O livro dos Lobisomens de Sabine Baring-Gold.
   O reverendo Sabine Baring-Gold foi um, romancista, pesquisador, hagiógrafo e antiquário britânico que viveu entre os séculos XIX e XX, e em seu, O livro dos lobisomens, estão reunidos seu material coletado após anos de pesquisa.Apesar de procurar a face “científica” dos relatos de metamorfose humana em lobo/ou lobisomem, em seu livro estão presentes inúmeras lendas, algumas muito antigas remontando tempos anteriores às civilizações.
   Entre as inúmeras e intrigantes histórias chamou-me a atenção o que Sabine relata já em sua introdução. O evento, por ele vivido e contado, foi, segundo ele, sua apresentação aos lobisomens e o motivo pelo qual resolvera investigar estas histórias que a muitos fascinam e que estão presentes no mundo inteiro.

Segue, abaixo, a introdução de O livro dos lobisomens da edição brasileira de 2008, pela editora Aleph, traduzido por Ronald Kyrmse.


Jamais me esquecerei da caminhada que fiz certa noite em Vienne, depois de completar o exame de uma desconhecida relíquia druídica, a Pierre Labie, em La Rondelle, perto de Champigni. Eu ficara sabendo da existência dessecromlech* naquela tarde, ao chegar em Champigni, e parti para visitá-la sem calcular o tempo que gastaria em chegar lá e retornar. Basta dizer que descobri o venerável amontoado de pedras quando o Sol estava se pondo, e que consumi as últimas luzes do entardecer fazendo planos e esboços. Comecei então a retornar. A caminhada de umas dez milhas cansara-me, pois era o fim de uma longa jornada, e eu machucara a perna subindo em algumas pedras a caminho da relíquia gaulesa.
   Havia um pequeno vilarejo não longe dali, para onde dirigi meus passos, na esperança de alugar uma “aranha”** que me conduzisse à estação do correio; fiquei frustrado...
Poucas pessoas do lugar sabiam falar francês, e o padre, quando apelei para ele, assegurou-me de que não havia no lugarejo melhor veículo que uma charrua comum, com sólidas rodas de madeira; nem havia possibilidade de conseguir um cavalo. O bom homem propôs hospedar-me naquela noite; mas fui forçado a declinar do convite, porque minha família pretendia partir cedo na manhã seguinte.
Então manifestou-se o prefeito:
– De forma nenhuma monsieur pode voltar hoje à noite, atravessando os baixios, por causa do... do... – e sua voz foi abaixando... – os loups-garoux.
– Ele diz que precisa voltar! – retrucou o padre em dialeto. – Mas quem irá com ele?
– Ah, há! M. leCuré. Está muito bem um de nós acompanhá-lo, mas pensa como será voltar sozinho!
– Então dois terão de ir com ele – disse o padre –, e vocês poderão cuidar um do outro ao retornarem.
– Picou me disse que viu o lobisomem há apenas uma semana – falou um camponês –; estava em seu campo de trigo-mouro. O Sol já tinha se posto e ele pensava em ir para casa, quando ouviu um farfalhar do outro lado da sebe. Olhou por cima dela, e lá estava o lobo, do tamanho de um bezerro, diante do horizonte, a língua de fora e os olhos reluzentes como fogos do pântano. MonDieu! Me pega atravessando o pântano hoje à noite. Ora, o que dois homens poderiam fazer se fossem atacados por esse lobo demoníaco?
– É tentar a providência – disse um dos anciãos da aldeia –; ninguém pode esperar a ajuda de Deus se se lançar voluntariamente ao perigo. Não é assim, M. leCuré? Ouvi-o dizer isso mesmo no púlpito, no primeiro domingo da quaresma, pregando o Evangelho.
– Isso é verdade – observaram várias testemunhas, balançando as cabeças.
– De língua de fora, e de olhos reluzentes como fogos do pântano!
– disse o confidente de Picou.
MonDieu! Se eu encontrasse o monstro, haveria de correr – disse outro.
– Bem creio,Cortrez; posso assegurar que você correria – disse o prefeito.
– Do tamanho de um bezerro – acrescentou o amigo de Picou.
– Se o loup-garou fosse tão-somente um lobo natural, ora, então, sabe...
– o prefeito pigarreou –, sabe que não lhe daríamos importância. Mas, M.
leCuré, é um demônio, pior que um demônio, um demônio humano... pior que um demônio humano, um homem-lobo demoníaco.
– Mas o que fará o jovem monsieur? – perguntou o padre, olhando de um para outro.

* Monumento pré-histórico, composto de menires em círculo ou elipse. [n. do t.]
** Carruagem de pequeno porte, de duas rodas, puxada por um cavalo. [n. do t.]

– Não se preocupem – disse eu, que escutava tranquilamente a conversa em dialeto que compreendia. – Não se preocupem; caminharei de volta sozinho, e se encontrar o loup-garou cortarei suas orelhas e seu rabo e os enviarei a M. le Maire com meus cumprimentos.
Um suspiro de alívio do grupo, que se via livre da dificuldade.
Il est anglais – disse o prefeito, balançando a cabeça como se quisesse dizer que um inglês enfrentaria impune o diabo.
O pântano era um baixio melancólico, de aspecto bastante desolador durante o dia, mas agora, ao crepúsculo, era dez vezes mais desolador. O céu, de um suave tom cinza-azulado, estava absolutamente limpo. Nele jazia a lua nova, com uma curva de parca luz aproximando-se da sua base ocidental. O pântano estendia-se até o horizonte, enegrecido por poças de água estagnada, de onde os sapos trilhavam incessantemente na noite de verão. Urzes e samambaias cobriam o solo, mas perto da água cresciam densas massas de íris e juncos, contra as quais o vento fraco sussurrava sua voz enfadonha. Cá e lá havia montículos arenosos, encimados por abetos, como salpicos negros diante do céu cinzento; não havia sinal de habitação em lugar nenhum; o único vestígio humano era a estrada, branca e reta, estendendo-se por milhas através do brejo.
Não era improvável que aquele distrito abrigasse lobos, e confesso que me armei com um pedaço de pau reforçado tirado ao primeiro arvoredo que a estrada atravessou.
Essa foi minha apresentação aos lobisomens, e, diante de superstição ainda tão viva, me lancei à investigação da história e dos hábitos dessas míticas criaturas.
Preciso confessar que não tive o mínimo sucesso em obter um espécime do animal, mas encontrei seus vestígios em todas as direções; e exatamente como os paleontólogos montaram o labirintodonte a partir de suas pegadas na marga e de uma lasca de seu osso, talvez eu também possa descrevê-lo, apesar de não tê-lo vivo diante de mim.

Alisson Barcelos 30/05/2014

Montanha-Russa da lua cheia

Cordiais uivos leitores, hoje trago à vocês mais um poema escrito por mim, espero que vocês gostem.



Você é uma fera sem correntes,
Que destrói, caso haja qualquer movimento brusco.
Suas garras não param na carne e nem nos ossos.
Você arranha e dilacera até a alma.

Os maiores sentimentos por você eu tenho,
Por isso aguento... Sofro... espero...
Ainda tenho fé que você vá me enxergar em meio ao seu ataque.
Acredito que meu amor possa te alcançar.
Por isso eu espero... aguento...

Você me ama e me acolhe,
me abraça e me cheira.
Se embriaga com meu amor,
Mais sua fera interior me odeia.
Seu olhar que segundos atrás transbordavam ternura,
agora só vejo raiva e ódio.

E novamente você me arranha, e dilacera.

Seus ataques vem ficando mais cruéis.
Aos poucos sinto que seus sentimentos por mim
são como uma montanha-russa.
A luz de seus olhos me aquecem, e me tranquilizam.
A escuridão de seus olhos me causam medo, e tristeza.

Você me ama, mais na lua cheia você me odeia.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

A Besta de Gevaudan, Documentário

Boa noite queridos leitores, creio que a falta de postagens deve ter chatiado muitos de vocês, mais não se preocupem, sempre estarei aqui, Queria agradecer pelos comentários que sempre estão surgindo mesmo sem minhas atividades, mais o que venho lhe trazer hoje é um incrível documentário sobre a besta mais pavorosa de todos os tempos, A Besta de Gevaudan.

Para quem ainda não conhece, recomendo que leia sobre ela clicando aqui. (A leitura é densa e dependendo de como você imagine a narrativa, você pode passar alguns dias sem dormir. rsrsrsrs)

Já conhece a besta? Então vamos ao documentário. Ao contrário da postagem com a narrativa, este documentário vem com o nome de "O verdadeiro Lobisomem" no qual associa a besta aos grandes lobisomens que conhecemos, e tenta explicar os inúmeros casos de morte brutais. Sem mais delongas, se ajeite no sofá, cama, mesa, chão, ou onde você quiser e relaxe, pois o vídeo é longo! Bom proveito!

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Um renomado zoólogo, especialista em lobos e ex-agente do FBI viaja pela Europa para investigar o misterioso caso do Lobisomem, uma criatura desprezível que se transforma de humano em lobo e assassina brutalmente quando é lua cheia. Explorando a mitologia e o folclore destes seres, veremos que eles estão ligados a práticas estranhas e ocultas, a enfermidades que transformam homens em animais e a histórias extraordinárias, porém verdadeiras, de crianças criadas por lobos. Mas serão a ciência e a tecnologia forense de última geração que nos conduzirão à verdade escondida por trás de séculos de relatos de assassinatos por lobisomens.

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